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Automação em Subestações de Energia e sua importância no setor industrial

Desde a pré-história, o homem já tentava mecanizar as suas atividades, ao longo da história inventaram diversas ferramentas afim de poupar esforço para realização de seus trabalhos. Hoje os computadores podem ser considerados a principal base da automação industrial contemporânea, podemos considerar que o desenvolvimento da tecnologia da automação industrial está diretamente ligado com a evolução dos computadores de um modo geral.

A automação é caracterizada por sistemas que integram máquinas mecânicas, pneumáticas, hidráulicas, elétricas ou eletrônicas, que permitem o controle de seu próprio funcionamento, sem a necessidade da utilização de trabalho humano, proporcionando, assim, segurança às pessoas, maior qualidade aos produtos, rapidez no processo de produção e redução de custos.

O objetivo central da automação é criar instrumentos e sistemas que possibilitem um melhor desempenho em relação ao tempo, agregado a um baixo custo e a uma elevada qualidade de produção, além de melhorar as condições de trabalho dos envolvidos no processo, evitando o acesso em situações de risco, e realizar operações que seriam impossíveis de serem realizadas pelas pessoas.

Assim como vários segmentos do mercado, com o avanço das tecnologias e das possibilidades, a distribuição de energia em baixa e média tensão também passou por transformações. A possibilidade dos equipamentos de uma subestação comunicarem-se, trouxe ganhos significativos ao sistema elétrico.

Em sua maioria, as subestações eletromecânicas, que contam com equipamentos mais antigos, compostos por tecnologias descontinuadas, além de grande limitação de supervisão e comando remoto, prejudicam muito o processo de manutenção e operação do sistema. Isso representa diversos ônus para a operação, tais como:

· Maior número de ações humanas com intervenção direta ao equipamento;

· Maior tempo de atendimento – Manobras telecomandadas;

· Custos operacionais diretos e indiretos;

· Maior exposição ao equipamento, face à necessidade de leituras e inspeções periódicas;

· Menor autonomia em manobras devido à limitação da supervisão;

· Maior exposição humana em riscos operacionais;

· Manutenções mais caras – necessidade de maior recurso;

· Maior tempo de reparo (MTTR) devido à limitação de informações;

· Maior taxa de falhas.

Para se ter ideia, existem fabricantes que sugerem manutenções preventivas anuais, independente de quantas vezes o equipamento foi submetido à interrupção em carga e/ou manobras e de sua carga de operação. Além disso, os equipamentos antigos oferecem maior periculosidade na sua operação, submetendo o operador à exposição, no caso de retirada e inserção na barra, em caso de conjuntos blindados, por exemplo.

A capacidade dos equipamentos se comunicarem permitiu que as subestações sofressem processos de digitalização e automação. Embora se assemelhem as definições, uma subestação digitalizada não conta com os mesmos recursos para a automatização.

A DBTEC fornece Painéis Elétricos para a Automação de grandes projetos de baixa e média tensão, incluindo subestações de energia. Desde 2010 possui a certificação ISO9001 de Qualidade e um Sistema de Gestão da Qualidade cada vez mais robusto, o que garante uma maior eficiência dos projetos executados e entrega mais Segurança e Confiabilidade aos clientes.

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